- Sandro, não vá!
Assim que a chave foi inserida na porta, ela ouviu um choro.
Essa voz era tão única e o apelido tão familiar que ela ficou atônita por um momento.
- Cris! - A voz do homem não era alta, ela não ouviu o que ele disse antes. Mas depois de um momento, ouviu sua chamada ansiosa.
Como se movida por uma força desconhecida, ela de repente abriu a porta e o que viu congelou seu coração.
No sofá, Cristina chorava em seus braços, enquanto ele a abraçava apertado, a consolando com uma voz