Lá fora, a poucos metros da cabana, Callun descontava sua fúria em um velho carvalho.
O soco que desferiu contra o tronco fez a casca voar e os nós dos seus dedos sangrarem levemente, mas ele mal sentiu.
Seu lobo estava em um estado frenético, arranhando as paredes de sua mente.
“- Parceira do Axel... Ela tinha que ter sido justamente a parceira do pirralho do meu sobrinho!”
O pensamento era como ácido corroendo sua mente.
“- Aquele moleque tocou nela? Ele a sentiu? Ele a teve depois de mim?”
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