A porta da sala se abriu com força, batendo contra a parede, fazendo Emma e Laura se virarem bruscamente.
Tom entrou, o rosto rígido, os olhos brilhando com uma fúria contida que Emma raramente via. Sua presença preencheu o ambiente como uma tempestade prestes a explodir.
— Emma! — A voz dele era grave, cortante. — O que diabos você estava pensando?
Emma sentiu o coração acelerar, mas manteve a postura firme. — Pai...
— Não! — Tom interrompeu, apontando para ela. — Eu vi! Eu senti! — Ele passou