Dominic permanece imóvel, seu maxilar travado com tanta força que chega a doer. A compreensão do que aconteceu, do que seu próprio irmão fez, começa a tomar forma em sua mente como um veneno se espalhando. Suas mãos se fecham em punhos ao lado do corpo, numa tentativa desesperada de manter o controle que ameaça escapar a cada segundo.
— O que exatamente. — Dominic começa, cada palavra carregada de uma raiva contida. — Aconteceu quando ele esteve aqui? — Pergunta, dando um passo em direção a ela