Vivienne deixa o celular cair sobre a mesa, o impacto seco acompanhando o súbito empalidecer de seu rosto. Marc, parado próximo à porta, não perde nenhum detalhe da mudança em sua expressão.
— Café, certo? — Vivienne murmura, sua voz carregada de uma falsa tranquilidade que mal consegue disfarçar. Seus dedos pegam o celular que continua tocando insistentemente, um som que parece intensificar o nó em sua garganta. — Fique à vontade. — Completa, sem olhar para trás, saindo da sala com passos rápi