Vivienne suspira profundamente, encarando o número da mãe na tela do celular. Os dedos tremem, enquanto pairam sobre o botão de chamada, o coração batendo rápido, como se já antecipasse o confronto que estava por vir. A rejeição sempre a machucava, mas as palavras do pai, essas eram como lâminas, deixando cicatrizes que ela não sabia se um dia sumiriam. Mesmo assim, ela inspira fundo e aperta para ligar.
O som do tom de discagem ecoa, cada segundo se estendendo como uma eternidade, mas, de repe