Capítulo 28
No dia seguinte, Maitê tentava comer uma maçã, quando a campainha tocou. Franziu a testa, estranhando, mas talvez fosse Daniel. Deixou a fruta na bancada e caminhou até a porta, limpando as mãos na calça jeans.
Ao abrir, o ar lhe faltou.
Rafael estava ali, parado, com as mãos nos bolsos do casaco escuro.
— Posso entrar?
— Claro que pode.
Ele passou por ela e parou no centro da sala.
— Você já deve saber por que estou aqui — disse, sem rodeios.
— Rafael, só me escuta…
Ele ergueu a mã