DULCE
Acordei assustada com batidas insistentes na porta do meu quarto.
Ainda sonolenta, peguei o celular na mesa de cabeceira.
Nem eram sete da manhã.
— Quem é? — perguntei com a voz rouca.
— Abre logo! — reconheci a voz animada de Joaquina.
— Dulce! Anda! — dessa vez foi Esmeralda.
Suspirei.
Me perguntando o que teria para fazer a essas horas da manhã.
Levantei da cama e fui abrir a porta.
Assim que destranquei, as duas praticamente invadiram meu quarto.
— Bom dia para vocês também. — resmung