DULCE
Saí daquele espaço marchando de raiva em direção ao camarim, sentindo meu sangue ferver a cada passo.
Eu estava furiosa.
Muito furiosa!
— Eu ainda vou matar aquele homem! — resmunguei, puxando o tecido do roupão para me cobrir melhor enquanto atravessava o corredor.
Atrás de mim, Esmeralda vinha quase dobrada de tanto rir.
— Não ria, Esmeralda!
Isso pareceu piorar a situação.
Ela levou uma mão à boca, tentando desesperadamente recuperar a compostura.
— Desculpa... eu estou tentando.
— Não