DULCE
As semanas passaram depressa.
Meu braço já estava completamente recuperado, o tornozelo não doía mais, e os arranhões da floresta haviam desaparecido quase por completo. As únicas marcas que permaneceram foram aquelas que ninguém conseguia enxergar.
E, curiosamente, elas também estavam cicatrizando.
A convivência com Damião se tornava mais intensa a cada dia.
Confesso que era estranho, porque acontecia de forma tão natural, que até mesmo passei a considerar perigoso.
Às vezes eu simplesm