A tranquilidade foi interrompida logo cedo na fazenda. Quando alguém batia incansavelmente a porta da casa com muita voracidade.
Era Maria Oliveira, a mãe de Ana, com o rosto marcado por preocupação, carregando um cesto de frutas como sempre, mas os olhos vermelhos de choro recente.
— Filha… — disse Maria ao abraçar Ana, com a voz tremendo. — Seu pai… ele tá muito doente. O coração… os médicos dizem que pode não durar. Ele pediu pra te ver.
Ana congelou, o abraço se afrouxando. Pedro ficou