A primeira luz da manhã entrava tímida pela janela do quarto, filtrada pelas cortinas finas de algodão. Um raio dourado cortava o ar empoeirado e pousava sobre a cama de madeira escura, iluminando a pele nua de Ana. Ela acordou devagar, o corpo pesado e leve ao mesmo tempo. Cada músculo latejava de uma forma gostosa, uma dor doce que lembrava tudo o que havia acontecido durante a noite.
Estava completamente nua, enrolada nos lençóis embolados. O braço grosso de Pedro a envolvia pela cintura, pe