Liam
Os dias se passaram rápidos, rápido até demais, mas nada aliviava a tensão crescente dentro de mim.
O telefone vibrou pela quinta vez consecutiva. Novas fotos haviam chegado, cada uma mais perturbadora que a anterior. Kyra, ou melhor, Isabelle Bloond, como eu descobrira pelo remetente anônimo — Marcos, aquele maldito cunhado da minha falecida esposa — aparecia amarrada, em posições que nem deveria ser possível alguém suportar. Cada imagem carregava a dor, a humilhação e a submissão forçad