— Eu só quero resolver — disse ela.
— Eu sei.
— Não posso perder a senhora.
Soraya ficou em silêncio.
A frase saiu antes que Layla pudesse prepará-la. Crua. Infantil. Verdadeira.
A mãe tocou seu rosto.
— Filha, ninguém resolve a morte com força de vontade.
Layla sentiu a garganta apertar.
— Não diga isso.
— Não estou anunciando nada. Estou lembrando que você não controla tudo.
— Eu sei.
Soraya ergueu uma sobrancelha.
— Sabe como quem leu em um livro, não como quem aceitou.
Layla riu sem alegria