Layla olhou para o quarto pequeno.
— Eu não quero que a senhora viaje doente.
— Minha saúde não pode ser sua prisão.
— Mãe...
— Layla, você passou anos cuidando de mim. Deixe-me ao menos escolher acompanhá-la se precisar sair.
A filha segurou sua mão.
— A senhora viria?
— Claro.
— E o tratamento?
— Há médicos em Al-Mina. Talvez não tão bons quanto os que um sheikh arrogante compraria, mas suficientes.
Layla soltou uma risada fraca.
— Não fale dele.
— Falo porque ele existe. Fingir que não, não