Não havia cartão visível.
Samira, a amiga, já estava pronta para explodir.
— Eu vou atrás dele com esse papelão.
Layla abriu com cautela.
Dentro havia véus.
Muitos.
Véus de dança em tecidos leves, coloridos, mas não caros de forma absurda. Havia também pequenos lenços, cintos simples de moedas para iniciantes e sapatilhas de ensaio. Material de aula. Coisas que o estúdio precisava.
Em cima, um envelope.
Layla abriu.
A letra não era de Zayn.
Era de Rania, da Fundação Al-Mansour.
“Senhorita Hadda