Seria bonito.
Horrível.
Final.
Mas a reunião com o pai havia mostrado algo que a raiva quase escondia: se agisse sem prova, seria engolida.
E se agisse com prova, talvez destruísse também a única coisa que ainda poderia usar como negociação.
Informação valia mais antes de ser gritada.
— Suspenda os vazamentos — disse.
A assistente arregalou os olhos.
— Senhora?
— Por enquanto.
— E Layla?
Nadine olhou para o espelho.
Não choraria de novo.
Não agora.
— Layla vai acreditar que venceu.
— Venceu?
Na