- Não sei e nem quero saber. Eu, assim como você, não gosto dela. Ou seja, temos algumas coisas em comum, Gabe! – sorriu, bebericando o champagne.
- O que você acha de prostitutas? – perguntei.
- Está mesmo me fazendo esta pergunta?
- Não fui claro o suficiente?
Ela riu:
- A escória da humanidade.
- E o que acha de Olívia?
- A filha da escória da humanidade. Espera algo de bom dela?
- Não!
Sorriu, me encarando com um sorriso:
- Eu imaginei. Ainda dá tempo de trocar! Como eu disse, Rita é muito