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Cap. 5.✦Éxtase, n.º 2◆

✥MAGNUS࿇

AGORA COMPREENDO MELHOR O RYAN, PORQUE TANTO PRAZER SENTI AO ESTAR COM DIFERENTES MULHERES AO LONGO DA MINHA VIDA; COM ESTA, CADA PARTÍCULA DO MEU CORPO ESTREMECE, AGITA-SE SEM CONTROLO, NÃO SEI COMO LIDAR COM ISSO...

-ÉS ÁGUA QUE SACIA A MINHA SEDE, AROMA INTENSO QUE PERFUMAR A MINHA VIDA, ÉS ARDENTE, EXQUISITA E APASSIONADA, QUERO PERDER-ME NO ABISMO DO TEU CORPO PARA SEMPRE ATÉ DESMAIAR, ÉS A ÚNICA MULHER QUE ME FAZ CONSUMIR-ME DE DESEJO, TRANSFORMANDO-ME NUM SÁTIRO LOUCO E INCONTROLÁVEL QUE SÓ QUER FODER-TE ASSIM... —Dou-lhe como há meses queria... Com força, violência, com a fúria do desejo desenfreado que guardei durante tanto tempo, mordo com mais força a sua marca sem me importar com as marcas que vou deixar, ela está molhadinha, sinto o seu delicioso calor, não a deixo mexer-se, quero ter controlo absoluto de tudo... Esta mulher geme de uma forma que nos leva ao mais alto, a um prazer infinito que nos deixa aos seus pés—

-Jesus... Ai, meu Lobo!... Tu... Mag... nus... — Ela grita com os olhos fechados e eu adoro isso. —

-REPITE ISSO, MINHA FELINA... — Continuo a penetrá-la sem parar —

- Magnus, adoro como me... Aaah, Oh Jesus Cristo, Aahh, mmm... Aaah... — Rio-me no seu ouvido, aperto-lhe as mamas, dou-lhe uma, duas, três palmadas com a mão direita e puxo-lhe mais o cabelo —

- AMO-TE, AMO-TE, AMO-TE, MINHA FELINA, MINHA VIDA. —Digo-lhe sem parar de ofegar e o orgasmo dela faz-a gritar alto enquanto a penetro sem contemplações, o meu orgasmo... Oh Luna, é tão intenso que me faz colocar a mão no vidro, até o cabelo me treme, seguro-a quando ela vacila, viro-a beijando-a, olho para trás, dou alguns passos e caio no sofá, ela senta-se nas minhas pernas—

-As sessões de sexo convosco são melhores do que as horas de treino.—Diz ela a rir —

-SEREMOS O TEU TREINADOR PESSOAL, SÓ QUE CONNOSCO AS SESSÕES SÃO DE 7 A 10 VEZES POR DIA.

—Ela ri-se às gargalhadas com o que lhe dizemos—

-Já foram 4, faltam 6.—Dou-lhe uma palmada no rabo—

-Pervertida.—Diz-lhe o Ryan—

-Querido, adoras isso em mim.—Responde-lhe ela—

-Eu adoro tudo em ti, querida...—Ele beija-a, ela retribui com prazer, eu continuo na bolha do prazer—

-Magnus, já reparaste? —Pergunta-me o Ryan—

—NÃO, O QUÊ? —Respondo—

—Não baixou nem mesmo com todas as vezes que ejaculámos.—Olho para ele e é verdade, não baixou—

—Não vejo nada de mal nisso, já aconteceu antes.—Diz a Lili—

—Sim, mas baixa por alguns minutos e volta, mas desta vez não.—Diz o Ryan —

-Talvez seja o desejo acumulado, amor.—Diz a Lili, e eu rio-me—

-DESEJO HÁ, DISSO NÃO TENS DÚVIDAS, MAS NÃO É ISSO, É QUE SE APROXIMA O NOSSO CICLO DE ESTRO...

-O quê?..—Diz o Ryan e ela olha para mim —

-Não me falaram muito sobre isso.—Diz a Lili—

-O desenvolvimento desse tema é... Só te direi que, durante uma semana, tanto na fêmea como no macho, desperta-se um desejo sexual incontrolável e, por isso, só se faz sexo; para alguns dura mais tempo, para outros menos, isso depende, digamos, da linhagem a que pertencem... — diz-lhe Ryan, ela baixa a cabeça —

-Esse sexo um Alfa só o tem com a sua Lua?.. —Ryan nega.—

-Não, meu amor, pode acontecer com qualquer um que aguente.—Responde Ryan —

-A Lauren fez isso?..—Pergunta ela—

-Sim.—Diz Ryan, ela desvia o olhar—

-LILIBETH, MINHA VIDA, JURO QUE ISSO NÃO IMPORTA, TU... QUERES EXPERIMENTAR? —Ele olha para mim —

—E se eu não for capaz disso? .

—Vais ser, amor, porque nos amas e as seções de sexo indicam que vais aguentar... —diz Ryan—

—QUANDO MUDASTE DE OPINIÃO? TU SEMPRE DISSE QUE NÃO QUANDO TE FALEI NISSO. —digo eu —

—Desde que acordámos entrelaçados naquele prazer que nos leva à estratosfera — diz ele, beijando-a, levanta-se com ela, coloca-a de quatro no sofá, ela fica de joelhos, Ryan acaricia-lhe as costas, mergulha nela, dá-lhe duas palmadas no rabo, ela ofega —

—Outra vez, papi... — diz ela e ele repete —

-Quero isto.—Diz ele, enfiando os dedos na fenda dela para chegar ao ânus, passando o pénis pelo orifício depois de o molhar na vagina dela... Ela vira um pouco a cara—

-Faz isso, façam os dois... É a minha primeira vez, por isso sejam carinhosos... — Ryan ri-se —

-Carinhosos, com um rabo desses, estás louca? — diz ele —

-RYAN, NÃO A ASSUSTES...

—Não estou a assustá-la, é que olha para isto, está maior, mais duro e mais delicioso.—Diz ele, agarrando-lhe o rabo com ambas as mãos; a chama ardente que desperta faz-nos baixar a cabeça para lamber a sua fenda, passando a língua pelo seu orifício, mordendo-lhe o rabo e lambendo mais; ela agarra-se à poltrona como se fosse cair e eu rio-me...—

-TRANQUILA, GATINHA, EU CUIDO PARA QUE NÃO TE DOA... O QUE ESTÁS A FAZER, RYAN? — pergunto-lhe quando sinto que se afasta —

-Quero que sejas o primeiro, eu tive-a primeiro e...

-NÃO, ELA QUER-NOS A AMBOS, RYAN... — Interrompo-o —

-Vocês estão a disputar o meu rabo, a sério?

—Ela ri-se—

-Não vejas as coisas assim, amor, mas incomoda-te se nisto participar apenas o Magnus?..

-Não...

-NÃO?.. O QUÊ? — pergunto preocupado —

-Não me incomoda, meu terno Lobo Selvagem... — rio-me do apelido e da resposta dele; o Ryan beija-a e afasta-se para que possamos desfrutar sem a sua intervenção —

-NÃO SABES QUANTAS VEZES TE SONHEI ASSIM, MINHA FELINA...

-Com o rabo de fora, pervertido? — Diz-me ela e eu rio às gargalhadas.

-ASSIM, SÓ PARA MIM E PARA TE FAZER AMOR, QUERIDA. — Abaixo-me para beijar as suas nádegas —

-Mas já o fizemos muitas vezes, no rio e na cabana.

-RYAN E EU... NÃO SÓ EU... EU, MEU AMOR, EU.—Começo a morder... A lamber... E ela a gemer, abro-lhe mais as pernas, subindo a direita para o braço da poltrona. Abaixo-me para devorar-lhe a cona e o rabo, à frente enfio a mão entre as suas pernas e toco-lhe no clitóris—

-Pen... pensei que não te incomodasse. —Diz ela entre suspiros—

-NÃO ME INCOMODA, PELO CONTRÁRIO, SÓ QUE... PRECISAVA DE SER SÓ EU... FAZER-TE MINHA, DESFRUTAR-TE SÓ PARA MIM... ESTA É A SEGUNDA VEZ, MAS É COMO SE FOSSE A PRIMEIRA, PORQUE ME SINTO NERVOSO.—Sorri, mordo e lambo o lóbulo da sua orelha, com os meus dedos no seu clitóris—

-Eu entendo, meu Lobo... Olha... Aqui estou eu, louca por ti...

—Ela ri-se outra vez—

-POR MIM?..

-Sim, amor.—Responde-me gemendo porque começo a chupar o seu orifício, movendo os dedos no seu clitóris, deixo-o bem molhado, sinto a sua vergonha, mas ela gosta tanto que

não diz nada e o meu pau fica ainda mais duro. Introduzo o meu polegar esquerdo no seu ânus e saio suavemente, pego no meu pénis, roço na sua entrada e dou-lhe uma palmada no rabo, penetro-lhe a rata molhando o meu pénis, ela leva os dedos ao clitóris, masturbando-se quando eu paro de o fazer.

Levo a ponta do meu pénis ao seu orifício, tirando o dedo, e vou entrando lentamente, fazendo com que os seus gemidos aumentem; movo-me suavemente, levo os dedos à sua vagina e saboreio os seus fluidos sem parar de me mover, entrando mais aos poucos—

-Hmmm... Mmm... Dói, mas... O prazer é incrível, aaah!...

—Diz ela—

-SE ACHARES QUE NÃO CONSEGUES, QUE TE DÓI MUITO, É SÓ DIZERES, TAMBÉM PODES CONTROLAR O MOVIMENTO, NÃO QUERO FERIR-TE...

-Está... bem... —diz ela e eu não consigo suportar o prazer que isto me provoca—

-ADORO-TE, ESTE RABO FOI FEITO PARA MIM, QUERIDA, À MINHA MEDIDA... —Dou-lhe duas palmadas em cada lado enquanto ela ofega—

-Ai, Jesus Cristo abençoado, fascina-me!... Enfia mais... — Dou-lhe outra palmada —

- O QUÊ?.. REPETE ISSO...

- Enfia mais, mais, por favor...

-OOH, MEU AMOR!... — Ofego, enfio-o um pouco mais, ela masturba-se, abro-lhe mais as nádegas, sem deixar de observar como é incrivelmente prazeroso estar a foder-lhe o cu, os seus gemidos aumentam, os meus sufocam-me e saem mais guturais do que o normal —

-Mais... — Pede excitada, enfio-o mais —

-DESEJAVA ISTO COM LOUCURA, SER EU QUEM TE FAZ SENTIR ASSIM.—Mordo e lambo as suas costas, movendo-me mais rápido, subo o joelho esquerdo para o braço da poltrona, apoio a minha mão no encosto perto da sua mão direita, com a minha mão esquerda agarro o seu cabelo levantando a sua cabeça, ela vira-se um pouco, olha para mim, morde o lábio e a penetro-a mais rápido, vejo como ela abre a boca presa ao prazer doloroso, perco-me nos seus gestos, no seu olhar, a sua língua saboreia os lábios, puxo-a um pouco mais e beijo-a com mais força—

—ESTÁS BEM, DÓI-TE, QUERES QUE PARE?..— pergunto ofegante, ela olha para mim —

-Parar... Pelo contrário, quero tudo dentro de mim... — Ela ri-se no meio do êxtase que nos envolve, penetro-a mais, apertando os olhos, e ela geme ainda mais alto.

Volto a ficar atrás dela, baixo a perna esquerda e levanto a direita sem soltar o cabelo dela, dou-lhe palmadas tremendas no rabo, ela ofega... ofego... O que me faz sentir deixa-me sem compreender porque não é a minha Luna...

Com o meu pau todo enfiado no seu rabo, fodo-o com força e rapidez, sem parar, sem conseguir controlar os gemidos, os ofegos; nenhum de nós consegue dizer nada; o prazer, a posição, ver como ele está a gostar disso deixa-me ainda mais louco de amor, desejo e paixão por ela...—

-Vou... vou... gozar... — Ofego com as suas palavras carregadas de tremores e aquela voz mimada que me mata de amor —

-SERÁ UM PRAZER RECEBÊ-LA, QUERIDA...—Penetro-a mais, mais, mais e mais, ela geme e geme, agarrando-se com força à poltrona, e eu dou-lhe mais palmadas no rabo, fazendo com que ela abra mais a boca ao gritar-me o quanto gosta, a vir-se dessa forma que me deixa sem neurónios, é de loucos vê-la assim, senti-la assim, olha o líquido que sai da sua rata e ela ri, mordendo e saboreando os seus lábios... Desço um pouco, toco no seu clitóris e apanho o que resta nas minhas mãos e, quando o levo à boca e a minha língua saboreia o seu sabor, faz-me perder o controlo, movendo-me selvaticamente, dando lugar ao meu orgasmo, que me frouxa as pernas, o ar pára-me e caio nas suas costas, apoiando-me nos braços da poltrona, beijo-lhe as costas, afastando-me dela, e ela empurra-me para o chão, eu puxo-a comigo—

-PERDOA-ME, DISSE-TE QUE NÃO IA DOER E O ÉXTASE DESCONTROLOU-ME, POR FAVOR, PERDOA-ME.

—Digo entre suspiros, acomodo-a no meu colo, ela beija a minha bochecha—

-Sim, no final doeu-me um pouco mais, mas estou bem e, meu Deus, é a primeira vez que me venho assim.—Diz ela a rir e a tapar o rosto, tiro-lhe as mãos, olho para ela—

-FOI ISSO QUE ME DESCONTROLOU, AMOR MEU. —Rimos às gargalhadas e depois beijamo-nos—

-Amo-te, Magnus, meu terno, belo e selvagem Lobo de Fogo.

—Diz-me ela, beijando-me os olhos, o nariz, os lábios, e o meu coração palpita ainda mais com as suas palavras, o seu olhar e aquele sorriso tão belo—

-AMO-TE COM LOUCURA, MINHA FELINA ARDENTE. —Beijamo-nos apaixonadamente, apertando o seu corpo contra o meu; daria a minha vida por ela sem hesitar.—

(SÁTIROS: homens com apetite sexual insaciável).

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❤️ *´¨)*

¸.•*¸.•*´¨).•*¨)

(¸.•´*(¸.•´*(.¸. •*❤️ LILIANA SANTOS REP DOM.

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