EVELYN
O despertador tocou às seis da manhã.
Pela primeira vez em horas eu havia conseguido dormir.
Não muito.
Não bem.
Mas o suficiente para levantar.
Porque a vida não parava.
Nem mesmo quando o homem que você acreditava morto voltava dos mortos.
Abri os olhos e fiquei alguns segundos olhando para o teto.
A notícia da noite anterior ainda parecia um sonho.
Hagen está vivo.
Meu coração apertou.
Mas afastei o pensamento.
Eu tinha trabalho.
Muito trabalho.
Levantei