Meu peito aperta, e meus olhos ardem. Não vou conseguir trabalhar sem saber se ele está bem. Não consigo simplesmente voltar para os banheiros e fingir que nada está acontecendo.
Então me lembro do número de Rashid.
Ele me deixou o contato justamente para situações de emergência. Na época, achei aquilo uma forma de se intrometer na minha vida. Agora, com o celular tremendo entre os dedos, percebo que talvez não tenha outra opção.
Fico olhando para o nome dele na tela.
Se eu ligar, ele pode ente