Ali Al-Kudsi quer nos lembrar, todos os dias, que agora pertencemos a ele.
—Nenhuma delas deve ao sheik —ela responde, sem demonstrar a menor compaixão. —Yallah! Ao trabalho e sem reclamar.
Meu estômago ronca, lembrando-me de que ainda não tomei café.
—Eu não comi nada ainda.
—Você perdeu o horário do café.
Allah! Mas que droga!
E o pior é que, na noite anterior, dispensei o jantar para ir mais cedo para a cama. Agora estou cansada, com fome e sem a menor ideia do que Abiá pretende me mandar fazer.
Respiro fundo e me resigno.
—Que trabalho farei agora?
—Pegue a vassou