Allah! Eu preciso recuperar o juízo antes que Rashid Al-Kudsi transforme a minha vida, que já está um desastre, em algo ainda mais perigoso.
—Yallah! É para varrer tudo direito e sem moleza! —ouço a voz de Abiá.
Ela aparece a cada poucos minutos para supervisionar o meu trabalho, como se acreditasse que vou fugir assim que ela virar as costas.
Abro os olhos e encaro-a. Quero responder. Uma resposta malcriada se forma na ponta da minha língua, mas não consigo pronunciá-la.
O mal-estar toma conta de mim de uma vez.
O chão parece desaparecer sob os meus pés.
Depois, tudo fica escuro.
Não sei quanto tempo permaneço desacordada.
Quando a