Alegra não esperava reencontrar a artesã da primitiva aldeia “Madre Inocência”, mas o que percebia era que cada vez menos era dona de suas vontades.
Alegra chega, estaciona o jipe naquele lugar misterioso, pega o bebê e caminha rápido ate a porta da casa da artesã.
-Olá!! Olá!! Alegra grita batendo desesperadamente na porta da artesã.
A porta abre um pouco fazendo um rangido de madeira velha.
-Você outra vez? O que quer? A velha artesã fala enfurecida ao ver Alegra.
-Abra, por favor! Alegra impl