Vanessa estava sentada no sofá de seu pequeno apartamento, ainda digerindo a notícia da gravidez de Laura. Seu sangue fervia de ódio, mas sua mente trabalhava rápido. Ela precisava agir, mas não podia ser precipitada. Enquanto pensava em sua próxima jogada, seu celular vibrou mais uma vez.
Era Gabriela. De novo.
Desde que Vanessa saíra da clínica, Gabriela não parava de mandar mensagens e tentar ligar. Primeiro foram recados sutis, depois começaram as ameaças veladas. Agora, as mensagens eram q