Rafael
Se alguém me dissesse, há um ano, que eu estaria às três da manhã vestindo um sobretudo por cima do pijama, dirigindo por uma São Paulo deserta em busca de um estabelecimento 24 horas que vendesse sorvete de baunilha e azeitonas chilenas, eu provavelmente mandaria essa pessoa para uma avaliação psiquiátrica. Mas aqui estava eu, Rafael Vaz, o homem que negocia fusões bilionárias, sentindo o peso da responsabilidade de satisfazer o desejo mais bizarro que a biologia já criou.
Tudo começo