O dia mal amanheceu e eu já estava pronta, batendo na porta do quarto do meu pai.
Klaus acordou, achando que estava sonhando, o olho nem abria.
— Pai, vamos!— eu gritei.
Ele suspirou agitado e correu para o banheiro.
Eu escutei o barulho do chuveiro e deduzi que consegui acordá-lo, então fui para a cozinha e fiquei o esperando com uma caneca de café na mão. Passava tanta coisa na minha cabeça. Um medo terrível de perder o Alex.
Rosana apareceu com cara de sono.
— Amiga, desculpe t