— E aí? O que te trouxe aqui?— ele indagou-me olhando fixamente.
— Vim ver os meus filhos!— era natural.
— Ah, claro!— ele ficou sério e intrigado.
— Você falou que eu podia vê-los sempre que quisesse!
— Claro!
Houve silêncio outra vez.
— Como foi a noite? — eu puxei assunto.
— Que noite?— ele estava confuso.
— Sua noite!
— Ah, claro, a noite!
— Dormiu bem?
— Muito!
Ficamos quietos, outra vez, suspiramos ao mesmo tempo e sorrimos sem jeito.
— Pensou no que