Meus pés param instantaneamente quando ouço aquela voz familiar. Não tive notícias dele nos últimos quatro meses. Eu me pergunto o que ele está fazendo aqui? Minha mente está me dizendo para ir embora, mas de alguma forma me sinto enraizada em meu lugar. Virando-me, eu o encaro.
– Pai? O que você está fazendo aqui?
– Que bom ver você também, filha. – ele sorri e se aproxima de mim. Eu observo sua aparência. Suas roupas estão meio sujas e ele até parece estar bêbado. Já sinto problemas.
– O