– Bem, é mais como me forçar. – murmuro.
– O quê?! – ele se vira para me olhar com raiva antes de olhar para a estrada novamente. – Se eu tivesse forçado você, você não teria entrado no meu carro prontamente.
Que diabos!
– Escute, você precisa me levar de volta para minha casa. – insisto. – Eu preciso dos meus pertences.
– Não. Amanhã você pode pegar.
– Ouça, senhor Evans – eu respondo. – Preciso das minhas roupas se vou começar meu trabalho hoje! Você não pode simplesmente me dizer