Passou-se alguns dias, Estela se afundou no trabalho, recusava as ligações e visitas de Henri, pois seu coração ainda estava em Gustavo. O novo pretendente ainda insistia, não lhe dava descanso e ainda tinha a aprovação dos pais dela para importuna-la.
Naquela tarde, Estela estava saindo do trabalho, passou o dia cabisbaixa como sempre, mas cumpriu seu dever, ao sair, notou o carro elegante na porta, sabia de quem se tratava.
— Fábio? — Ela disse e bateu no vidro, um fio de esperança imediatame