Eu não conseguia me mexer.
Era como se meus pés tivessem criado raízes no chão, como se o ar tivesse ficado espesso demais para atravessar meus pulmões. Tudo o que eu conseguia fazer era olhar.
No quarto só estávamos nós três.
Noah.
Nero.
E eu.
O silêncio era pesado, quase sagrado.
Então, de repente, algo desperta dentro de mim. Uma força primitiva. Instintiva. Meus neurônios finalmente acordam e enviam o comando que eu precisava.
Com cuidado, retiro os braços de Noah da minha cintura. E