Phillippo Constantinova
Ouvir as palavras duras da minha filha me doeu de uma forma que eu não sei explicar. Luciana estava tomando café satisfeita pelo que fez.
— Precisava fazer esse show? — perguntei irritado, sem vontade de comer.
— Você sabe que precisava. Eu sabia que você não teria coragem. Eu te ajudei — ela deu uma risadinha. — Vamos ter que contar para os seus pais.
— Você não vai dizer nada, quem vai contar sou eu.
— Tic-Tac! — ela bateu a mão no pulso, maldita hora que eu subi naqu