O sol da manhã entrava com força pelas frestas da persiana, criando linhas de luz no teto branco do quarto do hospital. Hunter abriu os olhos devagar, sentindo a cabeça pesada pelo sedativo da noite anterior. Por um momento, ele esqueceu onde estava, até que tentou apoiar o braço esquerdo para se levantar e uma dor aguda disparou pelo seu pulso, fazendo-o soltar um gemido baixo.
Ele olhou para a própria mão. Ela estava toda enfaixada, presa em uma tala rígida que o impedia de dobrar o pulso. A