POV: HENRY
James continuou, alheio, focado no próximo lance do jogo.
— Deve estar emperrada. — Ele murmurou, finalmente se dignando a olhar para mim com a testa levemente franzida.
Meu coração acelerou ligeiramente. Alguma coisa não estava certa.
— O quê? — Eu perguntei, franzindo o cenho. Forçando novamente a porta tentando girar a maçaneta mais uma vez. Nada. — A porta não quer abrir. Está trancada! — Cocei as têmporas, respirando fundo antes de agarrar o colarinho da camisa de James. — Abra