Catarina e Leon-26
Depois que me despedi de Marja e Serena, entrei na picape e segui pela estrada de terra que ligava a escola à fazenda. O céu estava limpo e as árvores balançavam suavemente com o vento. E eu aproveitava aquele silêncio gostoso da manhã dirigindo despreocupadamente. Até que o veículo deu um solavanco.
Franzi a testa.
— Não!
Outro solavanco.
— Não, não, não...
O motor falhou. E morreu.
— Ah, pelo amor de Deus.
Encostei o carro no acostamento e tentei ligá-lo novamente, mas não