Catherine— O PONTO SEM VOLTA
Catherine ficou paralisada, observando a cidade pulsar sob sua janela como um organismo vivo, completamente alheia ao colapso silencioso que se desenrolava dentro dela.
—O vai-e-vem dos carros na rua, com seus motores roncando e buzinas ecoando, parecia criar uma sinfonia de normalidade que contrastava brutalmente com o caos da sua vida interior.
As pessoas seguiam com suas rotinas, apressadas e distraídas, algumas parando para tomar um café numa esquina, outr