LYRIC
Ok... por que ele era doce com as crianças e não comigo?
Ajustando a alça da minha bolsa no ombro, fui atrás dele.
O interior era mais bonito do que imaginei, com um tema preto.
Não queria imaginar a quantia de dinheiro que devia ter sido investida neste lugar.
Continuei andando atrás de Jaris até chegarmos a um escritório. Ah. Então, ele tinha um escritório em casa aqui também.
— O que você está fazendo aqui? — A voz dele era gélida.
Não conseguia sustentar o olhar dele e fui forçada a baixar o meu para o chão. Ele não parecia o homem que tinha ficado feliz em ver os filhos há pouco.
— Fiz uma pergunta — ele cortou.
Dane-se, Lyric. Para de mostrar sua fraqueza para ele.
— As crianças queriam te ver. — Minha voz saiu mais forte, meus olhos se erguendo para encontrar os dele.
— Vim aqui com um propósito. Para ficar sozinho.
— B-Bom, me desculpe, mas você ouviu eles. Estavam preocupados com você.
— E você acha que está no seu direito ser a pessoa a trazê-los até mim?