Flutuando pelo museu Paulo Marzola, Otavius indagava-se:
“— O que estou fazendo aqui?”
“— Quem são essas pessoas?”
De repente, fitava a cena que acontecia numa das salas. Um garoto ruivo aparentava estar chorando enquanto uma mulher de cabelo ruivo e curto entregava-lhe um quadro.
Otavius se aproximou visualizando um borrão de uma pintura que parecia ser peixes com alguns tons de azul.
— O que você está fazendo aqui? — ela indagou-o.— Não tens permissão para estar aqui.
Em inst