CAPÍTULO 50. HUMBERTO LIVRE.
Humberto chorou muito, abraçado a Renata.
- Não fica assim, amigo. Você está vivo, o que é mais importante. Bateram em você?
- Graças a Deus não. Nem roubaram nada, aparentemente.
Renata agradeceu ao dono da funilaria.
- Muito obrigada. O que fez não tem preço, nada que pague seu gesto. Deus o abençoe.
- Vão em paz. Só emprestei o celular.
Humberto o abraçou.
- É um gesto pequeno pra você mas enorme pra mim. Muito obrigado.
Humberto, Renata e seus primos foram até o carro. Renata segurou a mão