JADE
Às dezenove horas e cinquenta minutos em ponto, eu já estava completamente pronta no meio da sala.
Um verdadeiro milagre da natureza, diga-se de passagem.
Em circunstâncias normais, eu fazia qualquer motorista esperar pelo menos cinco minutos na portaria. Não por maldade. Era estratégia puramente calculada. Uma mulher de categoria nunca demonstra desespero, e no meu manual particular de sobrevivência social, fazer o outro esperar um pouco era a primeira regra para estabelecer o controle