Scarlett tateou o sofá para descer, mas uma mão longa e elegante se estendeu para ajudá-la.
Do alto, veio a voz baixa e firme de Henry:
— É melhor você segurar essa bengala imaginária.
Scarlett tossiu, desconcertada.
— Não precisa.
Assim que os pés tocaram o chão, ela chutou acidentalmente o canto da mesa. Uma pontada de dor a fez contorcer o rosto.
— Senta aí. Deixa eu ver. — Disse Henry, com um suspiro de resignação, abaixando-se diante dela.
Ele ligou a lanterna do celular, ilum