A voz mal tinha cessado.
Lágrimas encheram os olhos de Afonso, antes de ele cair pesadamente no chão.
— Não! — Ele disse com uma voz penetrante.
— Você não é a mãe da Sarah!
— Você é a minha mãe!
disse Afonso enquanto caminhava em minha direção.
Olhando para o seu rosto miserável, eu não podia deixar de lembrar quando ele disse que gostava de Vitória, querendo que ela fosse sua mãe.
Não só não houve a menor simpatia.
Em vez disso, ele se sentiu um pouco ridículo: — Afonso, você tem que ser resp