Afonso estava, pela primeira vez, amargamente arrependido de sua própria estupidez.
Como só agora percebera o quão maravilhosa sua mãe era?
Ele implorou: — Você pode me perdoar?
Eu o observava chorar desesperadamente, mas estranhamente não sentia a menor flutuação emocional: — O perdão é tão importante assim?
O choro de Afonso cessou abruptamente, ele me olhava atônito.
— Qualquer pessoa, ao agir, deve ponderar as consequências. — Eu lhe disse calmamente. — Porque certas coisas, uma vez feitas,