Sofia Bellandi— Eu posso tomar um banho primeiro?— Claro.Augusto pegou minha mão novamente e, droga, como aquilo era bom. Era apenas uma mão. Eu sabia.Mesmo assim, existia algo estranhamente confortável na maneira firme como os dedos dele envolviam os meus. Augusto seguiu pelo corredor carregando minha bolsa, ou mala pequena, como o exagerado insistia em chamar.Entramos no quarto principal. Meu coração foi parar na garganta ao perceber a cama enorme no centro do ambiente. Não olhe, Sofia. Naturalmente, olhei.Engoli em seco e continuei acompanhando o brasileiro até o banheiro da suíte. O espaço era amplo, revestido em pedra clara e madeira, com duas cubas sobre a bancada e um box enorme fechado por vidro.— Achei que teria uma banheira — comentei.Augusto sorriu de lado.— Tem um espaço reservado para isso.— Onde?— Depois te mostro.Assenti.Só então reparei na prateleira próxima à bancada. Parei.Havia shampoos, sabonetes, cremes e produtos para diferentes tipos de cabelo. M
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