Quando Annie saiu finalmente do penthouse, com o cabelo ainda úmido e o coração batendo a um ritmo ansioso, suas esperanças desvaneceram-se no instante. Havia cruzado os dedos pedindo ao céu que fosse Christopher quem a estivesse esperando junto ao carro, mas o destino tinha outros planos. Apoioado contra a impecável carroceria do veículo escuro, com um terno perfeitamente ajustado e aquela presença que parecia absorver todo o oxigênio do lugar, estava Ian. Ele abriu a porta do passageiro sem dizer uma palavra, e ela subiu, resignando-se à tensão que sempre o acompanhava.Durante os primeiros minutos do trajecto, o silêncio no interior do carro foi absoluto. Annie olhava pela janela, vendo as luzes da cidade desfilarem velozmente, até que a voz grave de Ian quebrou a quietude.— Estava pensando na sua mãe — começou ele, mantendo a vista fixa na estrada, suas mãos firmes sobre o volante — Considerei as opções para quando lhe derem alta. Penso que, em vez de ela ficar confinada na clíni
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