Os dias voltaram a ser tranquilos. Depois do susto, Maytê passou a seguir todas as recomendações médicas. Descansava mais, bebia bastante água e, principalmente, aceitava a ajuda de Gustavo. Mesmo que, às vezes, ele exagerasse. — Amor, eu só vou pegar um copo de água. — Eu pego. — Gustavo... — A médica mandou você descansar. — O médico mandou descansar, não virar estátua. — rebateu, cruzando os braços. — Para mim, é a mesma coisa. — ele riu. — Você vai enlouquecer quando esse bebê nascer. — ela balançou a cabeça, rindo. — Provavelmente. Os dois caíram na risada. Naquela sexta-feira, Henrique apareceu na fazenda sem avisar. Atrás dele estavam Elisa e Lucas, o menino saiu do carro correndo. — Tia Maytê! — Que saudade! — ela o abraçou com carinho. Lucas olhou para a barriga dela, ainda não havia nenhuma mudança visível. Mesmo assim, ele se ajoelhou. — O bebê já está aí? Todos riram. — Está. — respondeu Maytê — Só que ainda é bem pequenininho. — Então vou esperar ele cre
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