O toque do celular insistia no bolso do paletó de Nicholas com uma vibração ritmada e irritante. Ele ignorou o som por alguns segundos enquanto cruzava a porta da suíte, carregando Maya nos braços. O corpo dela parecia dolorosamente leve contra o seu peito, e a pele de seu rosto, colada à lapela do terno, exalava um calor brando que contrastava com o suor frio de momentos atrás. Nicholas a deitou com extremo cuidado sobre o colchão macio da cama de casal. Assim que os pés dela tocaram o linho das cobertas, Maya tentou se apoiar nos cotovelos para se sentar, recusando-se a permanecer deitada. — Eu já disse que consigo me ajeitar sozinha, Nicholas — ela murmurou com a voz fraca, tentando manter o tom firme, embora os olhos castanhos traíssem o esgotamento que tomava conta de seu corpo. Nicholas não respondeu. Ele levou a mão ao bolso interno do paletó e tirou o telefone. O visor de cristal líquido brilhava com o nome iluminado: Doutor Harrison — Laboratório Central. Ele então,
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