“Se eu consigo gozar de novo eu não sei se terei forças, mas eu não ligo desde que eu continue sentindo você dentro de mim” ela murmura com a respiração pesada “e eu aguento... eu aguento.”Esse sorrisinho satisfeito que ela dá… essa mistura de exaustão e petulância dela é o que me faz querer a desmontar por completo. Observo o movimento das suas pernas, a facilidade com que ela se abre para mim, exibindo esse alongamento de mestre que transforma a cama em um palco de absoluta luxúria.“Você é uma criatura fascinante, Camila”, murmuro, minha voz soando como um atrito de metal, carregada de uma admiração sombria. “Diz que não tem forças, mas me oferece o espetáculo da sua resistência desse jeito.”Minhas mãos abandonam os pulsos dela e descem para as suas coxas, segurando-as com firmeza perto do seu tronco, garantindo que ela não tenha como fechar esse caminho.Não resisto e me retiro dela pra olhar pra baixo, apreciando a bagunça deliciosa que nos tornamos, o brilho da sua pele sob a
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