“Então me diga para parar.” Sua voz era um desafio, seus lábios a centímetros dos meus. “Diga que você não sente o mesmo, e eu paro.”Olhei para ele, minha mente lutando contra meu corpo, mas não consegui dizer nada. O silêncio que se seguiu foi suficiente para que ele se inclinasse, seus lábios encontrando os meus em um beijo que não pedia permissão.O fogo que eu tentara sufocar por semanas irrompeu. Minhas mãos agarraram sua camisa, puxando-o para mais perto com o mesmo desespero com que ele me segurava. Nossos movimentos eram bruscos, carregados de uma urgência que não conseguíamos conter.Finalmente, interrompi o beijo, respirando pesadamente, mas Alonzo não se afastou.“Isso não muda nada”, eu disse, tentando recuperar o controle.“Muda tudo, Dominika.” Seus olhos brilharam com uma intensidade perigosa. “Não sou o tipo de homem que desiste de algo que lhe importa.” E você… — Ele fez uma pausa, sua mão acariciando minha bochecha com uma ternura surpreendente. — Você importa para
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